Segunda-feira, 4 de Junho de 2012

Cores da Cidade




foto telemóvel
Lisboa, Cais do Sodré

Sábado, 2 de Junho de 2012

A vista desarmada





Sábado, 26 de Maio de 2012

O fotógrafo Jorge Barros

O Jorge Barros é fotografo. Excelente fotógrafo, aliás.

Há umas dezenas de anos estivemos juntos no projecto Resposta, revista cultural e desse tempo guardo ainda as belíssimas fotografias a preto-e-branco que publicamos e então me ofereceu. E continuo atento, aprendendo sempre, à sua forma de fotografar Portugal.

A antiga revista Atlantis da TAP e na altura da EXPO'98 publicou um texto meu, A Praça de Comércio, Uma Praça de Receber, a que a sua visão fotográfica do Terreiro do Paço deu uma chamada de atenção muito especial. Sortes! Foi mais notado do que seria habitual...


Na Sociedade Portuguesa de Autores - SPA - está agora uma sua exposição a que deu o nome de aproximações e que aproxima a visão do continente português das ilhas dos Açores. Para quem gostar de fotografia, paisagem - e há duas paisagens construídas, uma da beirã Piodão, outra da ilha do Corvo, que se aproximam particularmente na regra da ocupação volumétrica e de que gosto muito - ou retrato social, a visita é obrigatória.

Como ele, também gosto muito dos Açores e gosto também muito do seu último livro, As ilhas desconhecidas - capa aqui ilustrada - que, naturalmente, recomendo. Numa edição muito cuidada, o fotógrafo-autor, com o espírito, o espanto, o amor, a técnica, o gosto e a sua interpretação de hoje, ilustra a impressiva descrição que Raul Brandão faz das ilhas açoreanas e madeirenses. A ver e a ler.

Quinta-feira, 17 de Maio de 2012

Cores da Cidade




Lisboa, Chiado

Terça-feira, 15 de Maio de 2012

Sobreposiçoes





Lisboa, S. Mamede


Sábado, 12 de Maio de 2012

Santa vidinha






Bernardo Sassetti (1970/2012)

Bernardo Sassetti, pianista e compositor, era um excelente músico - que coisa esta de ter que se utilizar o passado para um miúdo de quarenta e poucos anos... Não é justo, que tristeza!

Embora familiares - relacionava-nos a irmã do meu bisavô, Maria dos Prazeres, que foi casada com Sidónio Pais - conheci-o já nas coisas do jazz, provavelmente no Hot. Deve ter começado com os habituais avisos do Paulo Gil: "é pá, anda aí um puto pianista, o Bernardo Sassetti, bom pra diante (e abanava com certeza as mãos, com a cabeça já meia de esguela e os olhos a brilhar).Tens que ouvir." ...

E gostei de o ouvir, gostei do ar, do talento, do sentido de humor. E lembro-me de que gostei muito da música que soube compôr para o filme do Mário Barroso baseado no O Milagre segundo Salomé de José Rodrigues Miguéis.

Ao longo destes anos fui ouvindo a sua música, gostando mais de umas alturas e menos de outras. Mas reconhecendo-lhe sempre um talento notável.

Percebi das notícias que nos surpreenderam que caiu de uma arriba por causa de algum ângulo fotográfico que procurava - no silêncio que me prendeu ouvi a voz da Ana quase gritada no fundo da memória: tem cuidado, não te chegues mais ... ainda cais. A fotografia... o nosso mundo isolado - nada mais parece existir - no espaço limitado da objectiva

Que se pode fazer a uma perda irrecuperável? Ouvir-lhe a música e guardar-lhe respeito.

Quinta-feira, 10 de Maio de 2012

Simpatia financeira







Cores da cidade




foto telemóvel
Lisboa, S. Mamede

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